Até pouco tempo atrás, ser encontrado era aparecer na primeira página do Google. Hoje, cada vez mais gente pergunta ao ChatGPT, ao Gemini ou ao Perplexity e já recebe a resposta pronta, sem clicar em nada. Então vale a pergunta: quando a IA fala do seu mercado, ela lembra da sua empresa?
É aí que entra o GEO, sigla para Generative Engine Optimization, ou otimização para mecanismos generativos. Se o SEO queria colocar sua página numa lista de resultados, o GEO quer colocar sua marca dentro da própria resposta. E a lógica é a mesma que quem trabalha com comunicação conhece bem: as máquinas confiam no que é confiável.
As ferramentas de IA montam suas respostas com base em fontes que consideram sérias, e o jornalismo está entre as principais. Uma matéria num veículo com história, equipe editorial e credibilidade pesa muito mais do que dezenas de posts feitos pela própria empresa. Ser citado pela imprensa é ser reconhecido pelas pessoas e, agora, também pelos algoritmos.
Por isso, ter site bonito e redes sociais ativas já não basta. É preciso que outras vozes falem de você: entrevistas, artigos, reportagens que liguem o seu nome a um tema, de forma clara e repetida. Autoridade virou ativo estratégico.
Construir autoridade na imprensa deixou de ser um recurso de visibilidade pontual e passou a ser o alicerce da presença de uma marca na era da IA. Quem ocupa espaço editorial relevante garante prestígio diante de clientes e parceiros hoje e, mais do que isso, assegura que será a primeira indicação quando o consumidor do futuro perguntar ao seu assistente virtual quem lidera o mercado.
E esse caminho não depende de verba de publicidade, e sim de estratégia: saber que história contar, para quem, em qual veículo e com qual argumento jornalístico. É esse o trabalho de uma boa assessoria de imprensa. Quem começar agora sai na frente. Quem esperar vai ver o concorrente ocupando o lugar de referência.

